Se você viveu os anos 90 se lembra bem da grande chegada dos celulares no mercado brasileiro, né? Os “tijolões”, enormes e pesados, só faziam ligações e olhe lá! Os preços, então, eram absurdamente altos. Mas, mais de uma década depois, o aparelho conquistou lugar em nossos corações e agora é fundamental na vida de qualquer um.
O celular também mudou a forma como as empresas chegam até seus clientes. Agora, elas podem entrar em contato por diversos meios, como e-mails, aplicativos e redes sociais. Essa variedade ajudou a criar um mercado muito competitivo, que valoriza não só bom preço e atendimento, mas o pós-venda e tudo o que possa ajudar a aproximar ainda mais o relacionamento com o consumidor.
SMS, a pioneira que ainda lidera
O tempo muda tudo, principalmente quando se trata de tecnologias! Todo dia surge uma novidade, tendência, e fica até difícil acompanhar. Mas o SMS vai na contramão. Uma simples tecnologia que mudou o modo de se comunicar no começo dos anos 90 ainda é um dos métodos mais eficazes para que as empresas entrem em contato com os clientes.
As vantagens do SMS são inúmeras. Uma é o alcance, já que, por um custo baixo e sem intermediários, é capaz de atingir tanto usuários com aparelhos mais antigos quanto smartphones. O SMS também é lido em menos de três minutos por 90% dos consumidores que o recebem, o que garante respostas mais efetivas e diretas. Além disso, aqui na Movile, o serviço de SMS é homologado pelas operadoras, com interações regulamentadas, garantindo a segurança tanto dos clientes quanto das empresas.
E-mail, o veterano
O e-mail é uma tecnologia bem mais antiga que os celulares. Na década de 90, o e-mail foi um dos pontos chave para a popularização da internet, mas sempre limitado ao computador, seja em casa ou no escritório. O smartphone veio para mudar isso.
Em meados dos anos 2000, um dos grandes diferenciais para um telefone celular era a capacidade de enviar e receber e-mails e, com isso, as empresas podiam atingir seus clientes a todo momento, já que ele não precisava estar usando o computador para ter acesso às mensagens. Apesar de ter vantagens na parte gráfica das mensagens para os clientes, o e-mail marketing sofre com baixas taxas de conversão, ou seja, ainda que a mensagem seja enviada para muitos clientes, é pouco provável que eles abram a mensagem e interajam com ela. Além disso, como esse meio de comunicação amargou anos difíceis com a proliferação de golpes e mensagens mal intencionadas lotando nossas caixas de entrada, o e-mail marketing ainda carrega a fama de “spam”, como são chamadas as mensagens indesejadas.
WhatsApp, o novato
Um dos maiores fenômenos recentes nas comunicações é o WhatsApp, aplicativo de mensagens instantâneas que conquistou os smartphones brasileiros. Por ele é possível trocar mensagens gratuitas de texto, áudio e imagens. Entretanto, algumas empresas já começaram a usá-lo de forma experimental para construir uma relação mais próxima com os clientes.
No entanto, o WhatsApp enfrenta dois problemas: o marketing através dele ainda não é regulamentado, o que pode ser prejudicial tanto para consumidores quanto para empresas. Além disso, o app é muito usado como forma de comunicação com amigos, ou seja, ainda existe uma resistência ao uso comercial, especialmente se a empresa cometer o erro de montar um grupo de conversa com clientes que não pediram por isso.
O futuro da internet é social
A internet transformou a sociedade, com um fluxo completamente novo de informações acessíveis a todos os usuários. As redes sociais, por outro lado, transformaram a internet, criando novas plataformas de relacionamento entre as pessoas e ajudando a moldar a forma como compartilhamos e acessamos as informações.
Hoje, com o mercado de smartphones em constante expansão, as redes sociais se tornaram extensões de nossas identidades no mundo online, com aplicativos que permitem que você esteja conectado o tempo todo, em qualquer lugar. E as empresas também estão de olho nessa tendência. Lojas de roupas, acessórios e restaurantes, por exemplo, usam o Instagram como uma forma simples e rápida de mostrar novidades ou atiçar o apetite dos clientes, atraindo a atenção de possíveis consumidores com hashtags populares. No Twitter, por outro lado, as empresas buscam tanto emplacar hashtags nos tópicos mais comentados quanto ficam de ouvido aberto para as reclamações e opiniões dos clientes, criando um novo canal direto e ágil para a comunicação. Quem não conhece alguma história de alguém que teve algum problema com uma loja, levou a questão para o Twitter e tudo acabou se resolvendo?
O Facebook, talvez o maior fenômeno de massa desse século que mal começou, está em outro patamar, e adequa sua interface tanto para o uso pessoal (com perfis, mensagens instantâneas, possibilidade de subir fotos e vídeos) quanto para o uso corporativo, com empresas pagando para que seu conteúdo alcance um número cada vez maior de pessoas. O tamanho do Facebook e a popularização dos smartphones vêm criando, inclusive, um fenômeno muito peculiar: em países em desenvolvimento, como Indonésia e Nigéria, especialmente em áreas mais pobres, pesquisas mostram que alguns usuários entram na rede social pelo aplicativo mobile, mas não tem ciência de que estão na internet. Para eles, o Facebook é a internet.
O mundo inteiro no bolso
A introdução gradual de novas formas de comunicação entre clientes e empresas criou um mercado extremamente competitivo, no qual o atendimento vai muito além do espaço físico, a experiência de venda é tão importante quanto o produto e um bom relacionamento com os consumidores é cada vez mais pessoal e personalizado. É inegável: O mundo, que já foi gigantesco, hoje cabe no bolso, e todos estão, de alguma forma, conectados nessa gigantesca teia de informações. Não importa o tamanho ou área de atuação: para sua empresa permanecer moderna, relevante e antenada com o que os clientes precisam, é preciso pensar mobile.
Do messaging.movile.com

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