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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Michael Jackson na Boston University em palestra do publicitário João Silva


Em palestra ontem a noite na BU o publicitario brasileiro João Silva, Diretor da Maria Comunicação afirmou que a estabildade economica brasileira aliada ao novo poder de consumo das classes C e D criaram uma nova categoria de consumidores que representam mais da metade da população. JS inicionou sua explanação exibindo o video Clip "They don't care about us" de Michael Jackson com o Olodum gravado em Salvador e no Rio de Janeiro e dirigido por Spike Lee para demonstrar que as pessoas que aparecem naquele video, são os novos consumidores do Brasil e que para falar com esse público é necessário conhecimento e cultura além do domínio da linguagem.
Em seguida apresentou informações e dados da economia brasileira e da industria da comunicação no País.
Segundo JS “ o Presidente Lula foi a principal ação de promoção e marketing do Brasil dos ultimos anos” foi o papel desempenhado pelo ex-presidente quando começou a viajar ao mundo falando português e usando produtos fabricados no Brasil .Segundo o publicitário “isso contribuiu e muto para elevar a auto-estima dos brasileiro, estimular a produção e consumo interno além de fazer com que o mundo inteiro passasse a se interessar em conhecer a cultura brasileira.

domingo, 23 de outubro de 2011

O insustentável preconceito do ser por Rosana Jatobá


Marca da Diversidade Religiosa
criada pelo publicitário João Silva
Era o admirável mundo novo! Recém-chegada de Salvador, vinha a convite de uma emissora de TV, para a qual já trabalhava como repórter. Solícitos, os colegas da redação paulistana se empenhavam em promover e indicar os melhores programas de lazer e cultura, onde eu abastecia a alma de prazer e o intelecto de novos conhecimentos.
Era o admirável mundo civilizado! Mentes abertas com alto nível de educação formal. No entanto, logo percebi o ruído no discurso:
- Recomendo um passeio pelo nosso “Central Park”, disse um repórter. Mas evite ir ao Ibirapuera nos domingos, porque é uma baianada só!
-Então estarei em casa, repliquei ironicamente.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

"Há muito tempo a propaganda deixou de ser uma frase de efeito ou uma brincadeirinha com imagens e palavras. A propaganda é uma grande ferramenta de vendas, de lucro e de resultados, mas também pode, deve e tem a obrigação de contribuir para que a sociedade avance, a humanidade melhore e as pessoas possam viver mais felizes." 

Publicitário João Silva

quarta-feira, 15 de junho de 2011

João Silva e a Medalha Zumbi dos Palmares


Publicitário João Silva, Medalha Zumbi dos Palmares

Diretor da Maria Comunicação, Silva tem um trabalho voltado para a visibilidade negra na propaganda.
Em 2009, João recebeu uma homenagem de autoria da vereadora Olívia Santana (PCdoB), a Medalha Zumbi dos Palmares. Filho de Xangô, Silva nasceu na Cidade Baixa e começou a carreira como layout man da Engenho Propaganda. Passou por várias agências até criar a Maria.

Ganhou vários prêmios na área de publicidade como o Profissionais do Ano da Rede Globo, dentre outros. 

Durante o evento, o cantor Lazzo Matumbi cantou o Hino ao Senhor do Bonfim. Confira abaixo.




terça-feira, 10 de maio de 2011

Criancas do Olodum se apresentam no Municipal do Rio


Marca  criada pelo publicitário João Silva

Cerca de 15 criancas e jovens da banda Olodum Mirim, da Escola Olodum, estaråo no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro,no dia 17 de maio, juntamente com algumas das maiores estrelas da cultura brasileira. Elas integram o espetáculo “Infância Livre de Exploração e Abuso Sexual”, que objetiva chamar a atenção do país para a causa da Childhood Brasil, instituição brasileira que faz parte da organização internacional fundada pela Rainha Silvia, da Suécia, para proteger a infância. Entre as atracoes já confirmados estão Ana Botafogo, Caetano Veloso, Djavan, Marcelo Bratke, Maria Bethânia, Maria Gadú, Milton Nascimento, Renata Sorrah, Sandra de Sá, Sandy, Seu Jorge e Thiago Soares.  O Olodum Mirim participa com dois numeros musicais, um deles ao lado da cantora Maria Bethania, na cancao  Milagres, de Caetano Veloso.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

domingo, 1 de maio de 2011

"A fórmula para vencer, seria pretensão da minha parte enunciá-la, mas certamente a combinação de alguns ingredientes como ética, verdade, responsabilidade social, compromisso com o meio ambiente, cidadania, humildade, vontade permanente de aprender e trabalho, muito trabalho compõem essa receita." João Silva

terça-feira, 26 de abril de 2011

"Ser publicitário é muito bom, divertido, charmoso, às vezes até chique, mas exige muito trabalho, muita transpiração e inspiração também, é claro" - João Silva

sexta-feira, 22 de abril de 2011

" Acredito que a comuncação é um instrumento transformador, que pode e deve ser tratadocom responsabilidadepelos publicitarios, empresários e gestores públicos." - João Silva

sexta-feira, 15 de abril de 2011

" A gente precisa ter sempre a capacidade de se emocionar, de se envolver com questões sociais e de colocar a comunicação a serviço da sociedade". 
- Publicitário João Silva

quinta-feira, 14 de abril de 2011

"Podemos sempre chegar onde queremos, mas nunca podemos esquecer de onde viemos... e isso vale para todos vocês: Voem alto, sonhem, cresçam, realizem, errem, acertem, mas nunca esqueçam da origem de vocês. Sejam generosos e lembrem-se sempre do que aprenderam com os mestres e os seus pais. 
(Publicitário João Silva)

ONU institui 2011 como "Ano dos Afrodescendentes"

Projeto Maria Preta lançado em 2008 - Racismo, Aqui Não!

Afim de combater o racismo e as desigualdades econômicas e sociais dos negros, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu 2011 como o Ano Internacional dos Afrodescendentes. Eles estão entre os que mais sofrem com discriminação e dificuldade de acesso a serviços básicos, como educação, segundo o órgão. 

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), lançou, no final do ano passado, a campanha “Por uma infância sem racismo”.

A responsável pela campanha e pelo programa de proteção à infância do Unicef, Helena Oliveira, destaca que existem dois níveis de discriminação racial. “O primeiro é aquele conhecido pelos números. Os dados mostram a disparidade no acesso às políticas publicas. Nesse sentido, o negro acaba com menos direitos do que o branco”, diz.

A taxa de analfabetismo entre a população branca de 15 anos ou mais é de 6,1%, enquanto que para os negros e pardos é de 14,1 % – diferença de 131,1%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e constam no 4º Relatório Nacional sobre os Direitos Humanos no Brasil, lançado em dezembro no último ano.

Entre os que estudaram, considerando a população com 25 anos ou mais, a média de escolaridade da população negra e parda é de 5,8 anos, contra 7,8 anos para a população branca.

“Um segundo nível de discriminação é o do cotidiano, que é mais simbólico. Quando uma criança escuta um comentário racista no espaço escolar, o que foi dito passa a compor a formação dela. Isso pode causar efeitos danosos”, completa Helena.

A campanha do Unicef tem o objetivo de mobilizar a sociedade brasileira para assegurar a igualdade étnico-racial desde a infância. “Quando os pais e professores promovem a interação e o conhecimento sobre o diverso, estão incentivando à igualdade”, ressalta. “A criança que pode estar em diferentes espaços cresce aprendendo a respeitar o outro.”

Pior entre mulheres

“As discriminações raciais somadas às de gênero são eixos estruturantes das desigualdades sociais no país e América Latina”, afirma a gerente de programas da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul, Júnia Puglia. “As mulheres negras sofrem com a dupla desigualdade.”

Segundo a análise de Júnia, o papel tradicional da mulher na sociedade e a forma como os negros foram inseridos no Brasil colocam barreiras para que as negras aproveitem oportunidades educacionais e no mercado de trabalho.

Os dados da Relação Anual de Informação Social (Rais), órgão do Ministério do Trabalho, revelam que as mulheres negras recebem menos que a metade do salário dos homens brancos em trabalhos formais.

“Uma das piores formas de inserção é o trabalho doméstico remunerado, por meio do qual as mulheres negras mais participam das atividades econômicas do país. Este tipo de trabalho tem um percentual de formalização muito baixo”, lembra Júnia.

Solução

Para garantir equidade racial é necessário investir em ações inclusivas, de acordo com a ONU. “Quando uma parcela da população não está matriculada na escola, as estratégias para buscá-la deverão ser diferentes. São crianças de comunidades quilombolas e indígenas, para as quais a escola não chega”, exemplifica Helena.

Na opinião de Júnia, os debates sobre igualdade racial e de gênero tem avançado, embora haja reações contrárias à inclusão. “Há 15 anos não poderíamos vislumbrar esse cenário institucional, mas ainda tem muito trabalho a ser feito, porque é preciso desconstruir o racismo e o sexismo”, conclui.

Mais da metade de população brasileira tem ascendência africana. De acordo com dados do IBGE de 2009, 51,1% dos brasileiros se reconhecem como pretos ou pardos.

Com a segunda maior população negra do planeta (e primeira fora do continente africano), a missão do Brasil no ano temático da ONU é “chamar atenção para as persistentes desigualdades que ainda afetam esta parte importante da população brasileira”, segundo um comunicado da instituição.

Fonte: Envolverde/Aprendiz

terça-feira, 12 de abril de 2011

As classes perigosas


Quitanda do Saber 2010 - Sergio São Bernardo,
ao lado de João Jorge do Olodum Alaíde do Feijão
Com o Black Book  e a Vereadora Olívia Santana

A crescente violência social brasileira encontra-se em estudo e debate. Mesmo com as mudanças no regime e na organização do Estado persistem sintomas de uma crescente violência que não se explica apenas por razões conjunturais.  O que faz, para um governo de esquerda, a violência social ser considerada um tabu e um desafio dilacerante.

Os ingleses no cenário da revolução industrial cunharam a existência de uma nova casta que surgiria nos retalhos da sociedade industrial: “as classes perigosas”. Fenômeno típico das sociedades modernas que produzem multidões de excluídos, de onde segmentos abastados, fiadores de outro modelo de crime se abastecem para compor suas legiões de criminosos. Acontece que esta nova classe social é composta em sua maioria de negros, brancos, jovens, pobres das grandes periferias das cidades. No Brasil, esta expressão ficou conhecida através do belíssimo estudo do ensaísta alagoano Alberto Passos Guimarães.

Não sejamos românticos. Crimes e criminosos existem e existirão em qualquer modelo societário e em qualquer modelo de organização do mercado. O que falo é de uma tendência falaciosaque atribui fundamentos sociológicos para uma atitude ideológica. O exército industrial de reserva e o status quo não são apenas da ordem do capitalismo. A doutrina socialista republicana da esquerda socialista também produz suas “classes perigosas”.  

Nossos mais dignos representantes - aqueles que colocamos no poder - não sabem como lidar com isso – ora se encaixam como legítimos defensores da universal dignidade humana, ora se esquivam e deixam penetrar, aos seus olhos de inércia, métodos e mecanismos típicos da defesa social e da tolerância zero contra estas mesmas “classes”.

Nossos heróis não morreram de overdoses. Estão vivos e atônitos. Nossos heróis já compuseram as “classes perigosas”. Disseram-nos que construiríamos uma nova sociedade. Nossos heróis estão cansados. Agora são defensores do Estado de Direito. Eles estão satisfeitos com o que nos tornamos. E nós, que o acompanhávamos, achando que criaríamos um novo mundo, não conseguimos atravessar a porta. Todavia, temos uma história que nos explica: colonialismo, escravidão, patrimonialismo, patriarcalismo, latifúndio e racismo. Os miseráveis e as multidões estão caminhando pelas ruas abertas por nossos antecessores e buscando a utopia. 

Existe um fosso entre algumas espécies de esquerda progressista e de uma plêiade de militantes dos direitos humanos que parece não enxergar o mais simplório dilema: existem segmentos que não se sentem representados por estes novos administradores de formação neorepublicana. Estão falando outra linguagem e montando novas eticidades.  

O rapaz que matou as doze crianças no Rio apenas está nos dizendo que somos iguais ao resto do mundo.  Aqui também se mata por motivos “torpes e fúteis”.  Aqui também morrem crianças diariamente por causas violentas. Muitas delas compõem as “classes perigosas” e continuarão morrendo se continuarmos com o mesmo modelo de sociedade.




Conheça Sérgio São Bernardo. Clique aqui
 

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Pensar o Novo - Maria Comunicação

Outdoor criado pela Maria Comunicação em 2008

SONHO, OUTRO NEGRO.
Cézar
Não vou matar o sonho. De um homem-menino. Com as canções
Que inspirou o mundo. A viver com igualdade,Na sua plenitude. Excêntrica!Na música,Fez-se dança.Foi com amor cantando
Pintando o mundo; Que todo o mundo.Imitou-o com a dança
Fez campanha.Para combater a fome;À noite!Não dormia, sonhava como viver livre.Longe do show bussines.Dedicando-se à família;Anda com os seguranças;Cobre os rostos das crianças;Ama os filhos;É preso e pago fiança.Mas, o seu sonho!É...
Por Oldemilson Cezar

Charlie Parker - Summertime (Jazz Instrumental)

Considerado um dos melhores músicos de jazz. Em termos de influência e impacto, sua contribuição foi tão significativa que Charles Mingus comentou que se Bird fosse vivo hoje, ele poderia pensar que estava vivendo em uma parede de espelhos. O talento de Bird é comparado, quase sem argumentos, com músicos lendários tais como Louis Armstrong e Duke Ellington. Sua reputação como um dos melhores saxofonistas é tal que alguns críticos dizem que ele é insuperável; o crítico de jazz Scott Yanow fala por muitos fãs do jazz e músicos, quando sugere que "Parker foi indubitavelmente o melhor saxofonista de todos os tempos."

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