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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Política e comunicação no Brasil de hoje por João Silva

Artigo publicado no Jornal A Tarde, edição de 22 de agosto de 2013

Algo de novo está acontecendo. Em muitos países do Ocidente jovens e cidadãos de todas as idades se mobilizam via redes sociais para exigir melhores condições de vida. O mundo moderno está exigindo melhor aplicação do dinheiro público, mais respeito com quem paga a conta e comunicação franca e verdadeira. 
É engano acreditar que ser de direita ou ser de esquerda, católico ou evangélico, gay ou hétero, preto ou branco, homem ou mulher fará diferença nas próximas eleições. O que o povo vai querer saber é qual o melhor candidato para gerir os seus impostos, quem tem melhor visão de suas necessidades, quem fala a verdade, tem seriedade, e capacidade para lidar com recursos públicos e devolvê-los como benefícios à população, não a seus partidos e aliados políticos. 

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Maria Comunicação - CIAD Cultural

Campanha desenvolvida pela Maria Comunicação para o CIAD Cultural.





www.mariacomunicacao.com.br

segunda-feira, 6 de junho de 2011

AS MARCAS NÃO MORREM

Quanto custa construir uma marca? Por João Silva

Brasil: um país de grandes marcas.

Publicitário João Silva
Fico imaginando como se daria uma reunião da alta direção de uma grande companhia como a Coca-Cola, com presença de seus acionistas, para comunicar que suas marcas serão jogadas no lixo porque o novo diretor quer criar algo com a sua identidade.

Ou ainda como os assessores da Casa Branca iriam se contorcer para tentar explicar ao povo americano que o símbolo maior do governo da república dos Estados Unidos da América seria substituído na gestão Barack Obama para enterrar qualquer lembrança ao seu antecessor George W. Bush.

A imagem institucional dos Municípios, Estados e do País por meio de suas marcas precisa ser avaliada como patrimônio do seu povo e não como propriedade particular, produto de promoção pessoal ou troféu de governantes. Marcas não são itens do varejo descartável como o novo modelo de celular ou o carro do ano.

Em alguns lugares do mundo as marcas e símbolos de cidades e estados são considerados referências históricas e representam importante ativo para a economia. Aqui no Brasil, isso parece não afetar nem o bolso nem a visão do povo brasileiro. O mais grave é que passa a sensação que as identidades municipais, estaduais e federal são propriedades do administrador que esteve à frente delas por um determinado período.

Se cada gestor público que toma posse no país evitasse substituir a marca da administração deixada por seu antecessor, teria muito a ganhar. Simplesmente porque evitaria gastar tinta e papel com autênticas aberrações gráficas/estéticas, na maioria das vezes de gosto duvidoso, que não acrescentam absolutamente nada para o gestor nem para os contribuintes. Não passa de uma questão de vaidade pessoal para tentar associar a administração ao gestor de plantão.

Substituir uma marca a cada quatro ou oito anos é uma atitude que fortalece a falta de visão de futuro, falta de responsabilidade social e ambiental e um desrespeito à coisa pública. Placas de obras e farto material de expediente que geram toneladas de papéis e materiais de divulgação tornam obsoletos e viram lixo da noite para o dia. Conheço alguns casos, que além de não terem nenhum ganho com a mudança, realizaram a proeza de só com a simples retirada entregar de presente ao antecessor a marca que antes era do poder público.

Lembro bem um episódio na Bahia, quando ACM (Antonio Carlos Magalhães) tentou apagar o “coração” que fazia parte da marca da prefeitura de Salvador usada pelo então prefeito MK (Mário Kertész), seu aliado até então, trocando por outra quando eles romperam, entregou a Mário, inconscientemente e de mão beijada, a marca até hoje associada a seu nome “Deixe o coração mandar”.

Sinto que equívocos e desperdícios deste tipo, se corrigidos, podem, além de gerar economia para as administrações públicas, contribuir para a consolidação da imagem dos Municípios, Estados e do País, que passam a ter suas marcas como ativos valiosos e permanentes.

João Silva, publicitário e diretor da Maria Comunicação é o criador das marcas Collor e Olodum, e detém o recorde de mais de 1000 marcas desenvolvidas.

Vídeo Comercial para o Ciad Cultural, feito pela Maria Comunicação




O propósito do CIAD Cultural é contribuir para o fortalecimento do Renascimento Africano por meio do intercâmbio, do diálogo e da troca de experiências entre representantes de manifestações culturais de origem africana e da diáspora. As atividades culturais irão contar com a participação de artistas e intelectuais de diversos países, com uma forte presença da cultura afro-brasileira.
Se nas relações formais entre os países a cultura tem sido a porta de entrada para a aproximação entre os seus  povos, no caso do continente africano e da diáspora, ela tem sido, em verdade,  o reencontro com suas histórias, seus ancestrais, seus cantos, suas danças, suas religiões, seus  símbolos e signos que foram brutalmente apartados pelos descaminhos da escravidão.  Portanto, nada melhor do que num momento tão fértil como este, ver, ouvir, pensar, falar, dançar e cantar junto com os nossos irmãos africanos pelo verdadeiro renascimento da África e de suas sementes civilizatórias espalhadas pelo mundo.

Este é o objetivo maior do que estamos chamando de CIAD CULTURAL, onde os espaços cênicos, praças, ruas, galerias, palácios, teatros e auditórios da cidade de Salvador,  estarão cheios da arte, do pensamento, da literatura, da música, do cinema, das roupas, da culinária e sobretudo da  criatividade dos artistas negros da diáspora e do continente africano, na busca incessante pelo respeito, cidadania e igualdade.

(Fonte: MINC)

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Juscelino Kubitschek - Pensar o Novo!

Pensar o Novo!

Juscelino Kubitschek de Oliveira nasceu em 12 de setembro de 1902 em Diamantina, Minas Gerais. Filho de um caixeiro-viajante e de uma professora, formou-se como médico na cidade de Belo Horizonte, em 1927. Fez curso e estágio complementares em Paris e Berlim em 1930 e casou-se com Sarah Lemos em 1931. 


Começou a trabalhar como capitão-médico da Polícia Militar, quando fez amizade com o político e futuro governador Benedito Valadares. Nomeado interventor federal em Minas, em 1933, Valadares colocou o amigo como seu chefe de gabinete. A seguir, Kubitschek foi eleito deputado federal (1934-1937), nomeado prefeito de Belo Horizonte (1940-1945) e realizou obras de remodelação da capital. 

Após uma gestão como deputado constituinte, em 1946,  foi eleito governador em Minas Gerais (1950 a 1954). Venceu a eleição para presidente da República com 36% dos votos com o slogan "Cinqüenta Anos em Cinco". 

Na presidência, construiu hidrelétricas, estradas, promoveu a industrialização e a modernização da economia. Um de seus principais feitos foi a construção de Brasília e instituição do Distrito Federal, que marcou a transferência da capital federal (até então no Rio de janeiro) em 21 de abril de 1960. Numa era pós-Vargas, seu governo foi marcado por mudanças sociais e culturais como os festivais de música e a moda da bossa-nova. (Fonte: UOL)



Foto outdoor em Brasília -  JK -
 Pensar o Novo ! Ideias simples grandes resultados.
Campanha da agência de publicidade Maria Comunicação
em comemoração aos seus 16 anos

A campanha Pensar o Novo, Maria Comunicação 16 anos, utiliza grandes ícones brasileiros, que quebraram paradigmas, através da sua persistência e dedicação. Juscelino Kubitschek (Fundador de Brasília), Lula (ex. Operário), Dilma (primeira mulher presidente do Brasil), Darcy Ribeiro (Antropólogo, escritor e político) e Emanoel Araújo (escultor, desenhista, gravador, cenógrafo, pintor, curador e museólogo) são as figuras que fazem parte dessa campanha.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Mês de Maria: Pensar o Novo! Juscelino Kubitschek


Outdoor da Maria Comunicação, com Juscelino Kubitschek, veiculado em Salvador e Brasília


A campanha Pensar o Novo, Maria Comunicação 16 anos, utiliza grandes ícones brasileiros, que quebraram paradigmas, através da sua persistência e dedicação. Juscelino Kubitschek (Fundador de Brasília), Lula (ex. Operário), Dilma (primeira mulher presidente do Brasil), Darcy Ribeiro (Antropólogo, escritor e político) e Emanuel Araújo (escultor, desenhista, gravador, cenógrafo, pintor, curador e museólogo) são as figuras que fazem parte dessa campanha.  


Juscelino foi o primeiro presidente do Brasil a nascer no século XX e o primeiro presidente do Brasil eleito pelo voto direto nascido após a Proclamação da República. A construção de Brasília foi, sem dúvida, um dos fatos mais marcantes da história brasileira, e da política de JK no seu mandato de 5 anos como presidente, sendo uma das maiores obras do século XX. 



quarta-feira, 4 de maio de 2011

Jardim premiado em Los Angeles

Jardim das Folhas Sagradas levou o prêmio de Melhor Fotografia no Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF). Durante a cerimônia de premiação, o diretor do filme, Pola Ribeiro, recebeu o troféu em nome do Diretor de Fotografia, Antônio Luiz Mendes, destacando que no Brasil os diretores de fotografia em geral têm mais experiência de cinema que os diretores dos filmes.

Veja vídeo da cerimônia (o prêmio para o Jardim acontece aos 27′00 min):



Watch live streaming video from labrfftv at livestream.com

Mês de Maria

Campanha Pensar o Novo! da Maria Comunicação

terça-feira, 3 de maio de 2011

“Tentativa de Superação do Abandono e Solidão das Crianças Pobres”

Por Heloísa Helena

*
A defesa dos Direitos das Crianças é sempre parte dos discursos políticos e dos programas eleitorais... entretanto a realidade de abandono e negligência do setor público para com elas mostra claramente como a demagogia é ferramenta poderosa para vitórias eleitorais e instrumento perverso de preservação do absurdo processo de aniquilamento da infância.

Muitos, em todos os partidos, menosprezam este debate! A direita reacionária e corrupta nem se incomoda com isso - rouba da merenda escolar para comprar uísque e sem escrúpulos rouba a dignidade humana - e sempre acaba se dando bem em terras-sem-lei, como a nossa e muitas outras também! Setores da esquerda acham este debate menor e típico do paternalismo caritativo e assim se contentam com as revoluções em mesa de bar ou guerrilhas na internet onde adoram proclamar que esperem o socialismo - pois só ele resolverá - mas usufruem das oportunidades do teto digno pra se abrigar, dos lençóis limpos para os filhos, dos planos de saúde, das escolas que ofertam dignidade. [...]

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