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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Retratos de um Brasil de Desigualdades

por Emiliano Nunes

Apesar de termos um PIB (Produto Interno Bruto) entre as 10 maiores economias do planeta e um dos territórios mais ricos em recursos naturais, o Brasil também protagoniza a lista dos países de pior distribuição de renda. Somos um país rico, porém, com muitas pessoas pobres! Pesquisadores apontam esse fenômeno como consequência de fatores históricos que nunca foram tratados e corrigidos devidamente, deixando um grande abismo entre privilegiados e excluídos. 


Nas vésperas das eleições, o Instituto Maria Preta criou o Projeto Fotográfico "Retratos de um Brasil de Desigualdades", onde foram convidados fotógrafos profissionais e amadores para mostrar seu olhar crítico sobre nossos problemas sociais. Segue abaixo, uma antologia com 45 fotografias para refletir e tomar maior cuidado com os candidatos que apostamos nossos votos. 


Autor: Emerson Luis Souza
Local: Curitiba - Paraná-Brasil

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

"Retratos de um Brasil de desigualdades". Você também pode participar com seu olhar fotográfico!


Convidamos a todos os fotógrafos profissionais ou amadores, a colaborar com a série de fotos: "Retratos de um Brasil de desigualdades". O projeto visa denunciar e ressaltar problemas das desigualdades sociais que nossos próximos governantes devem se atentar.  Cada participante poderá colaborar com até sete fotografias, todas identificadas com local e autor da obra. Informações técnicas e Intitulação da sua criação fica a seu critério.
O período de recebimento dos e-mails com as fotos vai de hoje (15/08) até o dia 25 do mesmo mês. Dia 26/08 postamos as fotos do projeto. 

Faça parte, mande seu trabalho! 

Poste no título: "Retratos de um Brasil de desigualdades"
Se desejar mostrar seu portfólio virtual, mande o link que divulgamos seu trabalho

E-mail para recebimento: noticias.mariapreta@gmail.com

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Nuances - Alba Vasconcelos

A beleza da pele negra sempre me impressionou pela suntuosidade da sua textura e harmonia de nuances, revestindo de sensualidade as mulheres e homens negros da Bahia. Procuro aqui revelar a sua essência no gestual proprio, pleno de energia, elegância e personalidade das fotografadas.Fotos a venda veja abaixo.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Exposição Fotográfica de Alba Vasconcelos SPRING EXHIBITION - Elite Fine Art Galeries'


Art Show Opening - Saturday May 12

Saturday, May 12, award-winning Brasilian Visual Artist Alba Vasconcelos will be showing her photographic work for the first time in Miami. Enjoy "Petals", opening this Saturday in Wynwood. See her surprising vision of plant details in a collective exhibit at Elite Fine Art Galleries in the Wynwood Art District, 46 NW 36th St., Miami, FL 33127.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

"Encontros com o Candango"- Com Wládia Drummond.


O Candango Fotoclube inicia o ano de 2012 com "Encontros com o Candango".

Nossa convidada é a Diretora de Eventos Wládia Drummond.

"Êxitos" acontece no Teatro Brasília Shopping - Primeiro Piso.

Dia: 24 de janeiro de 2012 - terça-feira

Horário: 20:00 Horas
Um pouquinho da nossa Diretora:
Formada em Publicidade e Propaganda, com pós-graduação em Comunicação e Artes Visuais, Wladia Xavier Dezouzart Drummond fotografa desde 1982, quando ganhou de seu pai a primeira câmera. Desde então, frequentou vários cursos, exposições e concursos, onde se destacam a exposição individual "Janelas", em 1995, as participações no FotoArte Brasília em 2004 e 2005, na XXV Bienal de Arte Brasileira em 2008, na exposição coletiva "Por que eu fotografo?" em 2008, na III Maratona Photo Pirenópolis em 2010, no Varal Fotográfico de 50 anos de Brasília em 2009 e no Mês da Fotografia SESC 2010 e 2011, além de ter exposto uma de suas fotos na sede da ONU em Nova Iorque, no ano de 2010, pelo concurso Democracy Photo Challenge. 
TODOS INTIMADOS!

O evento é aberto ao público!

Gisele Porcaro
Presidente do Candango Fotoclube

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Projeto Rostos Negros, por Marta Azevedo

Fotografa: Marta Azevedo

Projeto Rostos Negros/Project Black Faces, um álbum de Marta Azevedo. Marta é Fotografa e trabalha nos Estados Unidos, em Dallas e possui um projeto de fotos intitulado Black Faces. Ela e Formada em letras, e tem a fotografia como profissão e paixão.

Fotografa: Marta Azevedo
Fotografa: Marta Azevedo
Fonte: www.etniabrasileira.com.br

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Hereros Angola - Sérgio Guerra no Museu Nacional em Brasilia abertura 13 de setembro


Exposição Hereros depois de uma temporada No Museu Afro Brasil
em São Paulo chega a Capital Federal
Pouquíssimas pessoas conhecem tão bem Angola quanto o fotógrafo pernambucano Sérgio Guerra. Responsável pela comunicação do governo angolano, há quase 15 anos ele vive na ponte-aérea Salvador-Luanda. Daí nasceu uma relação de amor profundo com o país africano, dando origem a um dos mais completos registros fotográficos das 18 províncias angolanas e de suas populações, o que resultou em cinco livros. O mais recente, Hereros, é aquele no qual Guerra aprofunda seu olhar sobre a cultura daquele país e a matéria prima para a grande e inédita exposição ‘Hereros Angola', com cerca de 100 fotos selecionadas pelo artista plástico e curador Emanoel Araujo. Quem visitar a exposição, se surpreenderá ao encontrar a projeção de uma mulher herero, do grupo Muhakona, recepcionando os visitantes. A intenção é garantir a interação com o ambiente da exposição. O inusitado desta tecnologia, conhecida como vikuit, é que além de projetar a imagem para fora da tela, ainda é possível o contato com a sonoridade da língua nativa.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Exposição Caboclos de Itaparica - No Museu Afro Brasil - São Paulo


Para construir este importante registro fotográfico sobre o grupo Os Guaranis – formado em 1939 e se tornado desde aquela época o principal guardião da festa do Caboclo Tupinambá, realizada no dia 7 de janeiro, quando se comemora na ilha de Itaparica a Independência do Brasil – os fotógrafos Armando Corrêa Ribeiro, Gal Meirelles, Patrícia Carmo e Paulo Lima utilizaram a experiência profissional, estudos sobre os fatos históricos, interação com integrantes do grupo e pessoas envolvidas com a comunidade que realiza a festa, além de uma grande dose de sensibilidade poética.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Fotógrafo Sérgio Guerra expõe Angola no Museu Afro Brasil, em São Paulo


O fotógrafo pernambucano Sérgio Guerra terá seu trabalho exposto no Museu Afro Brasil em maio. A exposição foi idealizada em um dos cinco livros publicados pelo fotógrafo em 15 anos de trabalho realizado junto ao Governo angolano, o Hereros de Angola. A exposição contará com 100 fotos selecionadas pelo artista plástico e curador Emanoel Araujo, a mostra inclui ainda cenografia que reúne vestimentas, adereços e objetos de uso tradicional e ritualístico da etnia. Hereros – Angola traz ainda vídeos de depoimentos colhidos entre os sobas (líderes), mulheres e jovens sobre a sua cultura e a forma como encaram a vida. Parte integrante da mostra são cantos ritualísticos captados entre estes povos.

Matrizes - © Sérgio Guerra - na Revista Maria 15 anos

Serviço:
Exposição Hereros Angola
Museu Afro Brasil – (Av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº, Parque Ibirapuera- Portão 10 - Fone: 11 3320-8900 - www.museuafrobrasil.org.br )
Terça-feira a domingo, das 10h às 17h - Entrada gratuita
De 12 de maio a 24 de julho de 2011

Fonte: http://www.news.afrobras.org.br

sábado, 4 de junho de 2011

terça-feira, 31 de maio de 2011

Cultura de tribo angolana ganha mostra no Museu Afro Brasil



O Museu Afro Brasil inaugurou recentemente uma nova exposição, apresentando ao público brasileiro a cultura da tribo herero, de Angola, através das fotografias do pesquisador pernambucano Sérgio Guerra.

A exposição Hereros de Angola, que já passou por Luanda e Lisboa, apresenta cerca de uma centena de imagens do fotógrafo realizadas ao longo dos últimos 15 anos.

Os povos hereros são típicos das regiões do sudeste angolano. Eles ocupam territórios que hoje pertencem a Angola, Namíbia e Botsuana e contam com uma população de quase 250 pessoas. Vivem ainda em relativo isolamento como pastores seminômades atravessando os desertos e vastas províncias da região.

Eles formam uma das mais aguerridas etnias tribais africanas. Durante a colonização do território angolano pelos portugueses, eles foram uma das etnias que mais resistiram à colonização. Na Namíbia, resistindo também aos alemães, eles foram vítimas dos piores massacres já registrados pela história africana. No início do século XX, por ordem de um general alemão, cerca de 80% dos hereros foram exterminados. Hoje, dividida entre três territórios – colonizados por Portugal, Alemanha e Reino Unido –, além de seu dialeto original herero, parte destas tribos fala português, parte inglês e parte alemão.

Além das fotografias, integram também a mostra, vestimentas típicas hereros, adereços decorativos, objetos de uso cotidiano e ritualísticos, e vídeos com entrevistas e depoimentos de homens, mulheres e adolescentes. Enquanto o público visita a exposição, pode escutar os cantos rituais destas tribos, transmitidos por alto-falantes pelo salão.

O objetivo do Museu Afro Brasil é apresentar um pouco desta distante e exótica cultura africana para o público brasileiro, de particular interesse para a população negra nacional.

A mostra faz parte de um calendário internacional de atividades em torno do Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes. De um modo geral, a mostra integra um amplo conjunto de eventos culturais estimulados pelas Nações Unidas que propuseram o ano comemorativo. Dito isso, é preciso destacar que faz parte, portanto, da política de demagogia internacional promovida pela ONU (leia-se – imperialismo europeu), ao mesmo tempo em que seus países membros são os principais responsáveis pela miséria do continente africano.

Enquanto ações “positivas” de “valorização da cultura negra” são “estimuladas”, tropas da OTAN recentemente depuseram o presidente de uma “nação soberana” africana, a Costa do Marfim; e atualmente está intervindo militarmente em outro país africano, a Líbia. Isso sem mencionar as dezenas de ditaduras aliadas da ONU ao longo de todo o Continente Negro, contra os quais a população africana está em luta.

A promoção de exposições como esta, apesar de seu real interesse, esconde interesses políticos que precisam ser mencionados, de mascarar a política genocida das Nações Unidas contra a população de todos os países oprimidos do globo, particularmente a população africana.

De qualquer modo, vale a pena conhecer o trabalho do brasileiro Sérgio Guerra. Ele é um dos principais estudiosos e especialistas da cultura tribal angolana. Residente em Salvador, há quinze anos ele viaja regularmente para Luanda para realizar suas pesquisas de campo. É dele um dos mais completos trabalhos fotográficos já realizados das etnias negras de Angola, tendo percorrido já as 18 províncias do País fotografando a diversidade de sua população, da qual os hereros são um dos mais exóticos e interessantes.

Estas pesquisas deram já origem a cinco livros, destacando diferentes aspectos da cultura angolana. O último deles, lançado em 2010, é Hereros de Angola, onde estão as imagens que integram a exposição.



Divulgação:

Hereros de Angola

Museu Afro Brasil

Av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº

Parque Ibirapuera- Portão 10

De terça a domingo,

Das 10h às 17h

Até dia 24 de julho

informações: (11) 3320-8900

Entrada Franca

Fonte: http://www.pco.org.br/

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Exposição homenageia Mulheres Negras da Irmandade da Boa Morte (BA)

Por Adenor Gondim


O Museu Afro Brasil, instituição da Secretaria de Estdo da Cultura apresenta a exposição Mulheres Negras - A Irmandade da Boa Morte de Cachoeira. Com fotos do fotógrafo e etnólogo Pierre Verger (1902-1996) e de Adenor Gondim, apresenta também jóias crioulas, como os famosos balangandãs baianos, e uma imagem original de Nossa Senhora da Boa Morte do século XIX, trazida especialmente da cidade de Cachoeira, localizada no Recôncavo da Bahia, para esta exposição. Ao todo são 90 peças, e ainda uma instalação que transmite imagens de um documentário especial sobre a sociedade formada exclusivamente por mulheres negras. A Irmandade da Boa Morte é uma organização católica com sede na Bahia, composta por mulheres acima de 45 anos de idade, que também são adeptas do Candomblé. Uma das mais velhas integrantes, é a yalorixá Mãe Filhinha, com 107 anos. Entrada gratuita. Até 24 de julho.
Foto de Pierre Verger

domingo, 21 de novembro de 2010

Exposição GALERIA DE NULIDADES - Da artista Waleska Reuter no Salão do Espaço Cultural do Superior Tribunal de Justiça.

A exposição intitulada Galeria de Nulidades retrata pessoas comuns fotografadas em seu cotidiano, pela artista Waleska Reuter, sob a forma de uma galeria de rostos, propondo um diálogo com a exposição de retratos de personalidades jurídicas exibidas permanentemente no corredor de acesso à galeria. Oferecendo ao olhar a sensação de uma superfície de continuidade, o resultado dessa intervenção imagética relaciona realidades opostas, e, ao mesmo tempo, afirma o caráter individual de cada rosto, acentuados pelo tom mudo de suas expressões faciais, assim como o peso e a densidade dos seus universos.
O que : Exposição fotográfica Galeria de Nulidades
Onde : Espaço Cultural do Superior Tribunal de Justiça - 2º Andar
Quando : De 24/11 a 15/12/2010 (de segunda a sexta)
Horario:  Das 09:00 as 19:00 Hs

sábado, 20 de novembro de 2010

Exposição fotográfica comemora Dia da Consciência Negra no Planalto Central



Brizza Cavalcante
60 fotos mostram tradições e intercâmbio entre BRASIL e Benin.
A Câmara sedia até o dia 26 de novembro a exposição fotográfica "Benin-Bahia: reflexos no oceano", em comemoração ao Dia da Consciência Negra (20 de novembro). A mostra, constituída por 60 fotos, exibe imagens da PESQUISA fotográfica e antropológica que a italiana Patrícia Giancotti desenvolveu durante vários meses sobre a tradição religiosa e os intercâmbios culturais do país africano com o BRASIL.
A abertura da mostra está marcada para esta quarta-feira (17), às 9 horas. A exposição está montada no corredor de acesso ao plenário Ulysses Guimarães. A mostra, organizada pela empresa área TAP, a revista É BRASIL, o Instituto de Produção Cultural Brasileira, com apoio do MINISTÉRIO DA CULTURA, do Governo do Estado da Bahia e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), pode ser visitada todos os dias das 9 as 18 horas.


terça-feira, 17 de agosto de 2010

PELE , a cor de cor - Por Alba Vasconcelos

Há anos venho pensando em fazer uma serie de fotografias de pessoas negros, de ambos os sexos, que evitasse associar a imagem do negro `as raízes, à religiosidade, como tem sido feito excessivamente na Bahia. mAqui, quase sempre  o negro é fotografado com estas referências o que me incomoda um pouco.   Não nego as influências das minhas raizes nem  os ancestrais que determinam quem sou e influenciam minha visão.  Mas neste projeto, que  pretendo continuar  desenvolvendo, procuro ressaltar  a  forma e  textura da pele, independente das raizes dos fotografados ou das minhas. 
 Ao saber que a exposição seria realizada no mesmo fim-de-semana do Festival da Boa Morte, decidir expor somente mulheres em homenagem `a irmandade.  Seria um trabalho expondo formas e a pele, sem contudo serem nús nem apelar para erotismo.  Apesar de minha intenção,  algumas das fotos contem certa  sensualidade, o que é quase  inevitável se tratando de exibição de corpos fortes, expressivos e bonitos. 
Desde o inicio , pensei que as fotografias seriam feitas em preto e branco, com fundo negro, com vestimentas pretas,  que não distraíssem das formas e texturas,  elementos sómente para cobrir os corpos.  Não usaria a cores ; o branco,nas fotos, seria exclusiamente o da luz refletidas nas peles.  Na sessão inicial, ao ver o tom lindo da pele acentuda pela luz, e os anéis  de ouros usados peor uma das  modelos, fiquei muito tentada em expor em cores, e passei a fotograr nas cores da irmandade: o vermelho, ouro e branco da luz na pele negra.  A cor vermelha contra a pele escura é tão marcante e  bonito que a tentação foi grande mas distrairia da forma e textura e do que havia concebido inicialmente. A cor passou a ficar só de cor na memória,   a cor de cor.
 No meu processo criativo, mentalmente, as imagens se formam bem antes de entrar no estúdio, mas quando focalizando as  fotografadas, suas energias, personalidades e gestuais próprios , dirigiram meu olhar  tomando rumos não traçados anteriormente.  Assim, apesar de  focalizar as peles,  as fotografias expoem as diferenças das personalidades  destas mulheres, com imagens  de sutilizas e delicadeza de umas e com agressividade quase felina de outras.   Fui feliz em fotografar mulheres muito especials. Foram 4 mulheres neste ensaio: uma delas  já foi modelo profissional e as três mulheres  muito altas, de 1.80 m de altura, presenças  marcantes, despojadas, fortes e uma que era pura doçura e delicadeza.  O projeto não incluia rostos mas coloquei dois rostos, por achar que estes contém muito da alma das fotografas e desta exposição.
 
Alba Vasconcelos 
Fotografa

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