terça-feira, 27 de março de 2012

Parabéns a Ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República Drª Luiza Bairros

Luiza Bairros com sua simpatia e força prestigiando o evento cultural
Quitanda do Saber em Salvador - Bahia.Foto - Maria Gerusa arquivo Maria Preta
"Hoje a combativa companheira Luiza Bairros, ministra da SEPPIR, completa mais um ano de vida! Aproveito a ocasião para reforçar o importante trabalho que ela vem realizando a frente da SEPPIR e desejar-lhe muitos anos de vida e muito axé! FELICIDADES, companheira."
Facebook - Deputado Federal Luiz Alberto S Santos
Ela nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, onde cursou a graduação em Administração Pública e Administração de Empresas, na Universidade Federal gaúcha. Vive em Salvador, Bahia, desde 1979, quando passou a atuar no Movimento Negro Unificado (MNU). Sua militância no movimento de mulheres teve início com a formação, em 1981, do Grupo de Mulheres do MNU. Participou ativamente das principais iniciativas do movimento negro na Bahia e no Brasil, sendo eleita, em 1991, como primeira Coordenadora Nacional do MNU, organização em que permaneceu até 1994.No mesmo período, trabalhou na então Secretaria do Trabalho e Ação Social do Estado da Bahia, gerenciando Programas de Apoio ao Trabalhador Autônomo e participando em pesquisas e estudos sobre o mercado de trabalho na Bahia e Região Metropolitana de Salvador. Dessa experiência, resultou sua dissertação de Mestrado em Ciências Sociais, “Pecados no Paraíso Racial: O negro no mercado de trabalho da Bahia – 1950-1980”, na Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Em 1998, ao retornar de uma temporada de quatro anos nos Estados Unidos, onde cursou pós-graduação em Sociologia, na Michigan State University, tornou-se Pesquisadora Associada do Centro de Recursos Humanos (CRH), da UFBA, e fundou o Projeto Raça e Democracia nas Américas, em parceria com a organização norte-americana Conferência Nacional de Cientistas Políticos Negros. Esta iniciativa promove a troca de experiências entre estudantes de pós-graduação afro-brasileiros e pesquisadores afro-norte-americanos.

Outras experiências:

- Foi professora de Sociologia da Faculdade de Direito da Universidade Católica do Salvador (UCSAL).

- Trabalhou como consultora do Sistema Nações Unidas no Brasil no processo da III Conferência Mundial contra o Racismo e em projetos de interesse da população afrobrasileira. Entre os projetos de cooperação internacional nos quais atuou, se destaca o Programa de Combate ao Racismo Institucional (PCRI), implementado na Prefeitura da Cidade do Recife, Prefeitura Municipal de Salvador e no Ministério Público de Pernambuco, com o apoio do Ministério do Governo Britânico para o Desenvolvimento Internacional (DFID) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Artigos

Seus artigos sobre racismo, sexismo e o negro no mercado de trabalho foram publicados nas revistas Afro-Ásia, Análise & Dados, Caderno CRH, Estudos Feministas, Humanidades, e Força de Trabalho e Emprego, em livros de coletânea e em periódicos das Nações Unidas no Brasil. Tem apresentado trabalhos em diversos seminários, congressos e eventos similares, promovidos por universidades, agências governamentais, não-governamentais e internacionais, abordando as questões racial, da mulher, de gênero e o enfrentamento ao racismo institucional.

Sepromi
De agosto de 2008 a dezembro de 2010, foi titular da Secretaria de Promoção da Igualdade do Estado da Bahia (SEPROMI), que tratava de políticas para mulheres e de igualdade racial, até ser desmembrada em 2011 para cuidar apenas de questões raciais.

Seppir

Em janeiro de 2011, assume o cargo de Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR/PR) do governo da presidenta da República Dilma Roussef.

Fonte : SEPPIR

Um comentário:

Anônimo disse...

GOSTARIA DE SABER O PORQUE VCS E A MINISTRA NÃO SE ENVOLVEM NA QUESTÃO DA GREVE DOS PROFESSORES DA BAHIA? EU ACREDITAVA QUE AO EXISTIR POLÍTICAS VOLTADAS A IGUALDADE RACIAL E TMB PELOS JOVENS E ADOLESCÊNTES.AFINAL ALGUÉM TEM QUE SE IMPORTAR COM ELES,POIS SÃO NEGROS E POBRES.

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