| O artista Mestre Didi e a mulher, Juana Elbein dos Santos, durante jantar na casa de Regina Boni para abertura da exposição na galeria São Paulo, em 2001 |
Faleceu ontem o artista plástico e Alapini, Deoscóredes Maximiliano dos Santos, conhecido carinhosamente por “Mestre Didi”. O artista morreu neste domingo (06), aos 95 anos, vítima de câncer.
Uma das maiores referências do patrimônio artístico e religioso mundial, Mestre Didi, era esposo da antropóloga Juana Elbein dos Santos e filho da Ialorixá Bibiana do Espírito Santo. Suas obras plásticas alcançaram grande repercussão e integram importantes acervos museológicos europeus
e brasileiros. De acordo com sua esposa, considerada a maior estudiosa da obra do artista “A escultura pode ser analisada como forma estética em si, como signo de comunicação comunitária, como elo de comunicação entre o artista e o observador, e o nível latente, condutor de conteúdos abstratos que participam dos mistérios litúrgicos, veiculando elaborações inconscientes onde são sublimadas as fantasias básicas da herança cultural milenar e as do próprio criador. Inspirando-se livremente na simbologia do sagrado inicial de seu povo, suas concepções estéticas projetam com singular sensibilidade a minuciosa técnica a profundidade mística, a tradição e a contemporaneidade da existencial criatividade do sacerdote e artista. As obras de Deoscóredes Maximiliano dos Santos – Mestre Didi, inscrevendo-se na vertente mitológica das artes, projetam uma energia poética de caráter universal. Precisamente pela total independência e originalidade, sua obra se inscreve em uma arte de vanguarda”. Analisou a antropóloga em artigo publicado em 2008.Veja algumas de suas obras.
e brasileiros. De acordo com sua esposa, considerada a maior estudiosa da obra do artista “A escultura pode ser analisada como forma estética em si, como signo de comunicação comunitária, como elo de comunicação entre o artista e o observador, e o nível latente, condutor de conteúdos abstratos que participam dos mistérios litúrgicos, veiculando elaborações inconscientes onde são sublimadas as fantasias básicas da herança cultural milenar e as do próprio criador. Inspirando-se livremente na simbologia do sagrado inicial de seu povo, suas concepções estéticas projetam com singular sensibilidade a minuciosa técnica a profundidade mística, a tradição e a contemporaneidade da existencial criatividade do sacerdote e artista. As obras de Deoscóredes Maximiliano dos Santos – Mestre Didi, inscrevendo-se na vertente mitológica das artes, projetam uma energia poética de caráter universal. Precisamente pela total independência e originalidade, sua obra se inscreve em uma arte de vanguarda”. Analisou a antropóloga em artigo publicado em 2008.Veja algumas de suas obras.
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