Ancelmo Gois, colunista de O Globo, eu, Maíra Azevedo e Meire Oliveira no momento de receber o troféu no Prêmio Abdias Nascimento. Foto: Carlos Júnior / Divulgação
Data: 11.11.2013
Pessoal: esse é um post muito especial. Quero celebrar aqui com vocês a grande conquista que foi o reconhecimento do caderno especial “Os deuses que chamam os homens pra terra” com o Prêmio Abdias Nascimento 2013, na categoria mídia imprensa.
O caderno, que circulou em 20 de novembro do ano passado, fez um passeio pela técnica e saber dos sacerdotes músicos das religiões afro-brasileiras- alabês, huntós e xicarangomas. Mais que isso foi a décima edição do especial da Consciência Negra, como a gente chama, e que nasceu em 2003.
Parece que foi ontem que o Qual a sua cor? A vida em um mundo racista foi publicado mostrando pra gente um caminho de fazer cobertura étnico-racial especializada sem perder uma certa leveza na forma e no conteúdo.
O Qual a sua cor? foi indicado ao Prêmio Imprensa Embratel 2004 e foi seguido pelo África, povo do sol (2004);Gente de Raça (2005); Sou de santo e Raça (2006), também indicado ao Prêmio Embratel 2007; Lutas de ontem e de sempre (2007); Arte da Resistência (2008); Produtores de Owó (2009); Ê, Camará (2010) e Epo Pupá (2011), finalista do Prêmio Abdias Nascimento (2012).
Para nós, que fazemos os especiais, esse prêmio veio como reconhecimento de dez anos de trabalho. Aqui no post não vou citar o nome da equipe da edição 2013 como uma forma de estender a homenagem a todos que nestes dez anos transformaram os cadernos em referência que só nos ensina a fazer jornalismo de qualidade, mas acima de tudo com responsabilidade social.
Fonte: mundoafro.atarde.uol.com.br

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