quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Fotógrafa capta olhares de tristeza e esperança em crianças afegãs refugiadas de conflitos


Esperança: um registro de crianças afegãs refugiadas no Paquistão. 
Um retrato real sobre a infância de quem cresce em meio a conflitos que perduram por mais de três décadas.

Você se lembra de sua infância? Dos gostos, das cores, dos amigos e de suas brincadeiras? Você se lembra de como era o seu olhar? De quanta vida existia em cada pular de cordas, em cada partida de bola, como tudo era tão simples e de como as ruas eram livres. Posso estar sendo utópica ou mesmo individualista, pois faço parte de uma geração com pequenos, mas por vezes "grandes" privilégios. Eu, nascida no começo da década de 80, tive a rua como uma extensão do pátio de minha casa, um palco perfeito para brincadeiras, corridas, sonhos vivenciados e compartilhados. Tive segurança e esperança. Quero ressaltar, a pessoa que vos escreve tem 30 anos, três décadas, o mesmo tempo parcialmente descrito que perdura os conflitos em "terras sagradas".

Deste modo, o ensaio que apresento a vocês neste artigo é absurdamente cruel, real, belo, simples em tons fortes e quentes. Assim como a vida de quem cresce em meio a conflitos que não se medem em sua pouca idade. Nota: Por mais de 3 décadas, o Paquistão vem sendo um dos maiores refúgios do mundo com milhões de pessoas vivendo por lá, o registro de suas crianças é um ato de extrema coragem e esperança. Milhares de famílias afegãs se refugiam no Paquistão, fugindo de conflitos em seus países, este é o retrato, de crianças enquanto brincam na periferia de Islamabad.














Fonte: Obvious

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