Por Emiliano Nunes - Instituto Maria Preta
A composição da dor na solidão, no desalento e no desespero; a dor da injustiça, dos vivos a enterrar seus entes mortos, vidas ceifadas em campo aberto, a dor de membros decepados, cicatrizes espalhadas pelo corpo como escrituras de uma vida em meio a conflitos de guerras. O fotojornalista norte americano, James Nachtwey, vencedor de vários prêmios com trabalhos entre os anos 80 e 90, retrata a essência dolorosa das guerras. Com muita sensibilidade, nos mostra de forma crua, honesta e absurdamente impactante os rastros de miséria que esses conflitos causam por onde acontecem. Imagens fortes, onde se é possível sentir, além das emoções das vítimas, a emoção de quem retrata esses registros fotográficos. Solitário e introspectivo, James Nachtwey abandonou sua vida social para se dedicar por inteiro à sua profissão e seu talento, que fizeram dele um dos maiores do mundo na cobertura desses eventos catastróficos. O fotojornalista diz que por meio da fotografia sente que pode evocar uma expressão humanitária contra as guerras. Apesar da crítica que diz que seu trabalho explora a tragédia do outro, ele responde que com a fotografia, vê a possibilidade de comunicar às massas o que acontece com essas pessoas, não as deixando, simplesmente, como estão. Veja algumas fotos de seus trabalhos:
A composição da dor na solidão, no desalento e no desespero; a dor da injustiça, dos vivos a enterrar seus entes mortos, vidas ceifadas em campo aberto, a dor de membros decepados, cicatrizes espalhadas pelo corpo como escrituras de uma vida em meio a conflitos de guerras. O fotojornalista norte americano, James Nachtwey, vencedor de vários prêmios com trabalhos entre os anos 80 e 90, retrata a essência dolorosa das guerras. Com muita sensibilidade, nos mostra de forma crua, honesta e absurdamente impactante os rastros de miséria que esses conflitos causam por onde acontecem. Imagens fortes, onde se é possível sentir, além das emoções das vítimas, a emoção de quem retrata esses registros fotográficos. Solitário e introspectivo, James Nachtwey abandonou sua vida social para se dedicar por inteiro à sua profissão e seu talento, que fizeram dele um dos maiores do mundo na cobertura desses eventos catastróficos. O fotojornalista diz que por meio da fotografia sente que pode evocar uma expressão humanitária contra as guerras. Apesar da crítica que diz que seu trabalho explora a tragédia do outro, ele responde que com a fotografia, vê a possibilidade de comunicar às massas o que acontece com essas pessoas, não as deixando, simplesmente, como estão. Veja algumas fotos de seus trabalhos:






















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