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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

"No Brasil, o preconceito racial é muito forte, muito duro. Mas o mais duro é o preconceito social. Você passa por um pobre no Brasil como se passa por um cachorro morto ou como se passa por um poste: você não vê. Nós estamos calejados dessa brutalidade"
Darcy Ribeiro

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

"Nós, brasileiros, somos um povo em ser, impedido de sê-lo. Um povo mestiço na carne e no espírito, já que aqui a mestiçagem jamais foi crime ou pecado. Nela fomos feitos e ainda continuamos nos fazendo. Essa massa de nativos viveu por séculos sem consciência de si... Assim foi até se definir como uma nova identidade étnico-nacional, a de brasileiros..." DARCY RIBEIRO

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Por isso mesmo, o Brasil sempre foi, ainda é, um moinho de gastar gentes. Construímo-nos queimando milhões de índios. Depois, queimamos milhões de negros. Atualmente, estamos queimando, desgastando milhões de mestiços brasileiros, na produção não do que eles consomem, mas do que dá lucro às classes empresariais. (Darcy Ribeiro)

sábado, 14 de maio de 2011

Memória
..."Através delas daremos livros, livros a-mãos-cheias, a todo o povo. O livro,
bem sabemos, é o tijolo com que se constrói o espírito. Fazê-lo acessível é
multiplicar tanto os herdeiros quanto os enriquecedores do patrimônio literário,
científico e humanístico, que é, talvez, o bem maior da cultura humana." DARCY RIBEIRO

sábado, 30 de abril de 2011

"Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca".- DARCY RIBEIRO

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O dia em que Darcy Ribeiro voltou à UnB

"Darcy voltou a Brasília", anunciou o presidente Lula. Ao seu lado, o presidente do Uruguai, José Mujica, relembrou o período em que o fundador da UnB ficou exilado no país vizinho. Lá, deu aulas e incentivou a integração latinoamericana por meio da cultura. Darcy não era uma alma só do Brasil, mas de toda América Latina, afirmou. A inauguração do Memorial Darcy Ribeiro, o Beijódromo, mistura de oca indígena com nave espacial, reuniu professores, estudantes, autoridades e amigos para trazer de volta a vida e a obra de um dos mais importantes e ativos intelectuais brasileiros. A cerimônia enfrentou problemas, como protestos de estudantes e a infraestrutura precária que deixou os convidados com os sapatos sujos de barro.

"Houveram alguns transtornos, mas o Beijódromo não poderia ser melhor inaugurado, com a presença do presidente do Brasil e do presidente do Uruguai, onde Darcy viveu muitos anos", diz o professor Gustavo Lins Ribeiro, diretor do Instituto de Ciências Sociais.

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