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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
MinC - modelo brasileiro para avaliação da economia da Cultura
O MINISTÉRIO DA CULTURA e a FUNDAÇÃO Economia de Campinas (Fecamp) acabam de firmar convênio para elaborar um modelo brasileiro de análise da economia da CULTURA. Levantamentos feitos pelo Banco Mundial e pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) indicam que cerca de 7% do PIB mundial vêm exatamente da economia da CULTURA e indice semelhante se verifica no BRASIL.A partir do estudo a ser iniciado até o fim deste ano, será possível compreender os impactos de curto, médio e longo prazos dos investimentos públicos e privados na área. A avaliação dos impactos da economia da CULTURA é bastante recente. Os estudos internacionais disponíveis não conseguem dar conta da especificidade brasileira, tanto no que diz respeito à DIVERSIDADE CULTURAL como à característica da economia em expansão."A ampliação desses dados é importante para nos ajudar a formular políticas de estímulo da economia da CULTURA. O BRASIL pode e vai crescer muito se elas estiverem na direção certa e, para isso, temos que investir em dados sobre a economia da CULTURA", afirma o MINISTRO daCULTURA, JUCA FERREIRA.Ao tomar medidas para conter o impacto da crise econômica mundial de 2009 sobre o BRASIL, o presidente Lula incluiu 30 milhões pessoas na classe média brasileira. "Esta é uma grande lição: o desenvolvimento brasileiro pode e deve incluir os milhões de excluídos social e economicamente", destaca Ferreira."A economia da CULTURA no BRASIL, hoje, não consegue incorporar nem 20% dos consumidores, com exceção da TV aberta. Acredito que seja possível dobrar a participação da economia da CULTURA no PIB brasileiro nos próximos cinco anos se forem incorporados corretamente novos empreendedores e consumidores", estima o MINISTROA PESQUISAA metodologia da PESQUISA que será realizada por meio deste acordo deve compreender, por exemplo, o novo tipo de consumidor, que tem renda baixa, mas vem ganhando poder de compra.O economista Roberto Sabattini, um dos coordenadores da PESQUISA, destaca que essa parcela da população representa um grande potencial para o consumo de produtos culturais. "Compreender essa dinâmica é fundamental para a elaboração das políticas públicas para a ampliação do acesso àCULTURA", diz.O grupo responsável pelo estudo pretende ainda criar uma rede de cientistas sobre o tema em todo o país, que deve continuar em atividade mesmo depois do fim do convênio com o MINISTÉRIO DA CULTURA. Serão oferecidas, por meio de edital, 72 bolsas de PESQUISA divididas em 16 equipes.
Divulgação A expectativa é que o novo modelo de avaliação fique pronto no final de 2012. O convênio se insere no PROGRAMA de Desenvolvimento da Economia da CULTURA (Prodec) do governo federal, desenvolvido pela Secretaria de POLÍTICAS CULTURAIS do MinC. O repasse para a Fecamp será no valor de R$ 2 milhões divididos em dois anos.
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