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segunda-feira, 7 de maio de 2012

O Ensino da Cultura Africana e Afro-brasileira

Por: Antonio Gomes da Costa Neto

Foto extraída de http://costureiradesimbolos.blogspot.com


 Trata-se de texto que pretende demonstrar a responsabilidade objetiva do Estado e dos Gestores Públicos em relação a Educação das Relações Étnico-Raciais na Educação Básica, em especial, com a instituição do Comitê Gestor da Política Nacional de Formação Inicial e Continuada pelo Ministério da Educação em 2011. O Ensino da Cultura Africana e Afro-brasileira como um direito público subjetivo é recente em nosso ordenamento jurídico no campo da educação, inicialmente, na Constituição de 1988, posteriormente, na Lei de Bases e Diretrizes da Educação Nacional (LDB) em 2003, e finalmente, com a edição do Estatuto da Igualdade Racial em 2010. 

sábado, 13 de agosto de 2011

A independência também foi afrodescendente

Por: Esther Pineda G. - 2/8/2011

Esther Pineda G.
É socióloga pela Universidade Central da Venezuela (UCV), feminista, investigadora e ensaísta nas áreas de estudo do gênero e afrodescendência. E-mail: estherpinedag@gmail.com

A história passada dos afrodescendentes não foi contada, menos ainda sua história imediata. Nos dizem que “a história é contada e escrita pelos vencedores”; entretanto, é possível questionar o fato de que quem até agora tem contado nossa história foram vencedores, pois para vencer é necessário combater em condições de igualdade.

Os descendentes de africanos, ao longo do processo histórico e social, não tiveram essa oportunidade. A história que conhecemos foi definida e transmitida pelos homens eurodescendentes e detentores de recursos económicos; assim mesmo, essa história que desconhecemos também foi ocultada, invisibilizada e minimizada por eles.

O processo histórico latino-americano, tradicionalmente se constituiu em torno das premissas estabelecidas pelos europeus, que monopolizaram o poder político e econômico destas terras exploradas por eles.

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