Mostrando postagens com marcador Solidariedade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Solidariedade. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Solidariedade - Morador de rua encontra e cuida de rapaz perdido em Brasilia

Morador de rua encontra estudante que estava desaparecido desde o dia 9Felipe Dourado estava embaixo de uma árvore perto da Rodoferroviária.
A caixa de papelão onde o estudante foi encontrado: Fellipe estava desaparecido há 13 dias (Marcelo Ferreira/CB/D.A Press )
Final feliz: aceno da janela do Hospital Regional do Guará (Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
Final feliz: aceno da janela do Hospital Regional do Guará

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Internautas fazem campanha no Facebook para Luciano Huck ajudar Reginaldo Holyfield


 Reginaldo Holyfield
 A última semana não foi nada fácil para o ex-lutador Reginaldo Holyfield. O baiano teve boa parte do corpo queimado, após salvar os sobrinhos durante um incêndio em sua casa, no bairro da Massaranduba, em Salvador. O ator heróico do atleta comoveu centenas de pessoas, e ele - que se recupera do incidente - ganhou um apoio de peso neste fim de semana. Solidários com a situação de Holyfield, usuários do Facebook criaram uma campanha para chamar a atenção do apresentador Luciano Huck. 

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Haiti ganha nova versão de "We Are The World"

Publicado 02 de Fevereiro de 2010

Artistas da música mundial se unem para regravar o hino de 1985 e ajudar às vítimas do terremoto

Décadas depois de se tornar um sucesso em todo o planeta e ecoar seus versos pelo mundo em torno de uma causa social, a canção "We Are The World" deve retornar às rádios e à web neste ano de 2010.

Nessa última segunda-feira, 1º, Quincy Jones reuniu uma série de artistas e músicos da atual geração para produzir uma campanha solidária, que consiste em uma nova versão do hino - desta vez com o objetivo de arrecadar recursos para as vítimas do terremoto no Haiti, ocorrido no último dia 14 de janeiro, que devastou a cidade de Porto Príncipe e deixou milhares de mortos, feridos e desabrigados.

Nessa nova versão, os versos de We Are The World serão cantados por artistas como Lady Gaga, Bono Vox, Lionel Richie, Jason Mraz, Carlos Santana, Enrique Iglesias, Toni Braxton, Usher e outros ícones da música mundial. A gravação da canção estava marcada para acontecer no complexo A&M, em Hollywood, mesmo palco da gravação da primeira versão da música, em 1985.

Gravada com o intuito de mobilizar a população mundial para a situação de calamidade social que se encontrava o povo africano, a canção "We Are The World" acabou se tornando uma das mais populares da histórias. Escrita por Lionel Richie e por Michael Jackson, a música foi entoada pelas maiores vozes da música global daquela década, resultando em uma grande arrecadação de recursos para os programas de combate á fome na África.

Fonte: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Haiti_ganha_nova_versao_de__We_Are_The_World_

Enviado por Verçosa

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Presidente do Senegal oferece terra a vítimas do sismo no Haiti

Por Redacção

Abdoulaye Wade, presidente do Senegal, defendeu, este domingo, que o problema no Haiti pode ser resolvido com o «regresso de haitianos a África» e disponibilizou-se a ceder parte do território do seu país para acolher os descendentes de escravos africanos afectados pelo sismo.

«A sucessão de calamidades que afectam o Haiti levam-me a propor uma solução radical: criar na África, em algum lugar, certamente com africanos, com a União Africana, um espaço, a determinar com os haitianos, para criar ali as condições de retorno dos haitianos», disse o presidente senegalês em entrevista à rádio France Info.

Segundo Wade, é importante «dar esta oportunidade aos haitianos».

«Não escolheram seguir para esta ilha e não seria a primeira vez que ex-escravos ou seus descendentes seriam devolvidos à África. É o caso da Libéria, onde tiveram que integrar-se com população local para formar o que é actualmente a nação liberiana», afirmou.

17:13 - 17-01-2010

http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=190013

Enviado por Memorial Lelia Gonzalez

Haiti, Zilda Arns e nós - Por Marina Silva

CATÁSTROFES da magnitude da que atingiu o Haiti podem ter dois desdobramentos: o desfecho trágico, sacramentando o fim de um povo ou de uma nação, ou, pelo contrário, um grande recomeço. Já vimos exemplos assim.
Povos foram varridos por cataclismos e guerras. Mas, por outro lado, nações se ergueram mais belas, mais justas, mais fortes, após viverem a mais avassaladora destruição. Podemos citar como exemplo os países atingidos em 2004 por um terrível tsunami, o que levou à maior mobilização de solidariedade global já vista.
As imagens da capital haitiana são de aniquilação e desespero. Mas o espírito de solidariedade que tem condoído as pessoas pelo mundo ante a situação no Haiti aponta para esse outro desfecho, o da reconstrução e do recomeço.
Governos, agências humanitárias, ONGs, igrejas, empresas, doadores e voluntários de todas as nacionalidades se movimentam para salvar os haitianos não só dos efeitos do terremoto mas também da situação de miséria extrema. A onda de solidariedade terá que ser maior do que o abismo em que o Haiti foi lançado. E isso é possível.
A morte, no Haiti, da médica brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, pode apontar para esse recomeço. Morrer no país mais necessitado das Américas, onde lançava sementes de solidariedade, foi o desfecho de sua maravilhosa missão: nesses 27 anos, seu trabalho livrou do fim certo um número incalculável de crianças e mães. Assim, o capítulo final da vida de Zilda Arns pode representar uma espécie de chamado.
Pois quando perdemos alguém com a sua estatura, alguém insubstituível, só há a alternativa de muitos de nós somarem os esforços para manter sua missão em atividade. Simbolicamente, seu exemplo nos une ainda mais com o esforço para mudar a história daquele país.
Inspirador também o heroísmo dos soldados das Forças Armadas brasileiras que atuam na missão de paz das Nações Unidas. Imediatamente após o terremoto, eles já estavam em busca de sobreviventes, arriscando suas próprias vidas.
Não é difícil ouvir pelo Brasil que, se temos tantos problemas, não deveríamos dar tanta atenção a outro país. Mas a verdade é que socorrer o Haiti é responsabilidade de toda a comunidade internacional, e particularmente do Brasil, que lá mantém uma força de paz.
E ajudar vigorosamente o Haiti também nos trará benefícios. Estaremos mais bem preparados para lidar com nossos próprios problemas, tenham eles raiz na desigualdade social ou em causas naturais. Que saibamos responder ao exemplo de Zilda Arns, que, tendo feito tanto aqui, não se esqueceu dos que sofrem em outras nações.

contatomarinasilva@uol.com.br

sábado, 16 de janeiro de 2010

ZILDA ARNS, GRANDE MÃE BRASILEIRA

Uma multidão acompanhou do lado de fora do Palácio das Araucárias, sede do governo do Paraná, o velório da médica Zilda Arns nesta sexta-feira (15), para prestar a última homenagem a fundadora e Coordenadora Internacional da Pastoral da Criança, que morreu durante o terremoto no Haiti, na última terça-feira (12).

ZILDA ARNS, mulher talentosa que se destacou nas últimas décadas servindo seus irmãos, certamente os mais desprovidos. Dra. Zilda, uma das Mães do Brasil, morreu, como não poderia deixar de ser, em ação. Para a mulher que vive em plenitude sua vocação, jamais existe tempo de descanso, tempo para si, mas tudo o que possui é colocado em favor de seus amados. Zilda Arns amou até o fim as pequenas vidas e as mulheres pobres que as geraram. Sua formação cristã e sua medicina foram colocadas a serviço da infância carente e da mãe pobre. Sua política era salvar vidas, jamais negar o juramento de Hipócrates e absolutamente trair a profissão de fé em Jesus Cristo, a Vida.
Isso dá a essa nossa irmã uma grandiosidade de quem morre em serviço. Sim, Zilda Arns morreu em serviço, a favor da Vida, na plenitude de seus 75 anos, sempre simpática, alegre, bonita!
De modo algum a Dra Zilda transmitiu, ao se entregar ao serviço dos pobres, imagem de pessoa amarga, triste, revoltada, apesar de ver absurdos e de ser solidária a tanta miséria. Sua beleza e alegria eram contagiantes e suscitava um exército de seguidoras e seguidores.
Atualmente, após entregar a coordenação nacional da Pastoral da Criança à Irmã Vera Lúcia Altoé, Dra. Zilda Arns assumiu a Pastoral do Idoso, sempre voltada para aqueles que não têm voz, que são limitados pela idade. Mas o trabalho com a infância e com a mãe carente não foi deixado, já que estava à frente da Pastoral Internacional da Criança.

AS MAIS ACESSADAS

Da onde estão acessando a Maria Preta