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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

“Pesquisas sempre falam do passado”, diz Mauro Paulino nos 30 anos do Datafolha

Christh Lopes

Em 1983, uma pesquisa sobre o medo dos paulistanos figurava nas páginas do jornal Folha de S.Paulo. A manchete destacava os assaltos com uma das maiores preocupações da população. Embora o tema ainda seja pauta da agenda pública da cidade, o instituto Datafolha foi se aperfeiçoando e hoje é essencial na análise da ótica do brasileiro sobre diferentes temas. 

Crédito: Reprodução
Criado a partir de uma necessidade do jornal, o Datafolha mantém uma relação amistosa com a redação. À IMPRENSA, o diretor-geral da empresa, Mauro Paulino, revela que há uma interação entre os dois setores, sendo um dos grandes propulsores do sucesso do instituto. 

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

José Sarney e a questão racial


Fonte: Raça Brasil
http://racabrasil.uol.com.br/
Por Maurício Pestana | Foto Jane Araujo/Divulgação




Congresso Nacional, Brasília, mês de agosto. A energia de estar na mais alta esfera política do país era inerente nos corredores de tapetes azuis, nas salas e antessalas de vidros escuros onde tudo inspira e transpira poder. O entrevistado personificava toda a atmosfera, afinal, há mais de 50 anos, sua vida se confunde com a história de poder político no Brasil: José Sarney, senador e presidente do Congresso Nacional.


O dia foi atípico na capital federal. Uma crise política acabara de ser defl agrada. Um dos assessores nos dá a notícia de que a entrevista seria adiada para a manhã seguinte, pois Sarney estava reunido às portas fechadas com a presidente da República, Dilma Rousseff . O motivo? A possível queda do ministro da defesa Nelson Jobim, fato que se consumaria horas mais tarde. Na manhã seguinte, o senador nos recebeu e nos explicou o porquê da agenda adiada do dia anterior.


Deputado federal (1958-1965) Sarney foi um dos líderes progressista da UDN, defensor, naquele momento, de bandeiras como a reforma agrária. Em 1964, fez oposição ao golpe militar que depôs o presidente João Goulart; um ano mais tarde, entrou para o partido governista, a Aliança Renovadora Nacional (Arena). Governou o Maranhão de 1966 a 1971 e cumpriu dois mandatos como senador.

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