
sábado, 17 de setembro de 2011
Obrigado, Mãe Hilda !

sexta-feira, 9 de setembro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Bomfim 2011 - Viva a Diversidade! Amigos no Alto da Colina
| Iara, Verçosa, Zilmar Alverita |
| A gargalhada de Iara |
| Jorge Almeida |
| Iane e o companheiro |
| Aluízio e Izabel Portela (Inst. Iris) |
| Izabel Portela (Inst Iris) e Suzana (Maria Preta |
| João Silva e André Ferraro |
| Professor Sergio Guerra e Zé Guerra ,João Silva |
| Luciana Embilina, Luciana Simões e Concita (Maria Preta) |
| Dourado e João Silva |
| Verçosa e Bira |
| Candido, João e Gersinho |
| João Silva e Marta |
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
BONFIM 2010 - COMENTÁRIO DE SUZANA PIMENTEL DIRETO DE MIAMI - EUA.
Muito Bom, maravilhoso, perfeito! Através do Olhar do fotógrafo, eu pude participar da Lavagem do Bomfim, foi como se eu estivesse lá, de fato.(veja as fotos aqui)
A criteriosa escolha das imagens não poderia ter sido melhor.
Eu pude rever Reginaldo, Dom Roquito, Jonie e Con, Alaíde, Bira e Verçosa, Paulinha e tantas outras pessoas e personagens tão interessantes dessa minha Bahia querida: as baianas, o vendedor de reletes, vendedor de fitinhas...
Senti como se as imagens tivessem vida, como se tivessem sido escolhidas para que eu as visse e pudesse me transportar para a festa. Foi isso o que aconteceu!
Claro que senti falta de muitas pessoas e de muitos personagens, mas, isso também faz parte do ritual da Lavagem. Se todos estivessem lá ficaria perfeito demais e não ia ter muita graça.
A foto da carroça me lembrou de uma frase que se diz quando alguém exagera nos adereços: "Está mais enfeitado do que jegue na Lavagem do Bomfim". Atualmente, pela imagem que Nelson fez pode-se notar que a tal frase perdeu o sentido, só tinha palhas de coqueiro. Cadê as flores de papel crepon colorido e as bandeirolas se movimentando com o vento? Não teve nada disso, só as folhas verdes de coqueiro e o jeguinho coitado, completamente despido. Vamos combinar que foi uma imagem de carroça bem chochinha para o gosto dos bahianos.
As baianas e os caretas de Maragogipe me lembraram de Lula, que deve ter ficado muito orgulhoso com a participação de Maragogipe no cortejo. Parabéns ao Secretário de Cultura e ao prefeito de Maragogipe. Um abraço a Roquinho, o vereador mais querido da cidade.
E assim, daqui de Miami, muito satisfeita com a performance da Maria Preta, mando um abraço a todos, com saudades,
Suzana Maria Pimentel Ribeiro
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Novo lançamento da Editora Cedraz - RESISTÊNCIA E CORAGEM conta a história de Zumbi dos Palmares.

Nessa aventura, Xaxado inventou de pegar uma carona no redemoinho do Saci, ele não imaginava que iria parar tão longe de casa, no ano de 1696. No meio de uma floresta, Xaxado e o Saci se encontram com um guerreiro que está a caminho do Quilombo de Palmares para lutar ao lado de Zumbi, um dos grandes heróis da história de nosso país.
A Turma do Xaxado sempre se preocupou com a leitura e a promoção da cultura brasileira em todas as faixas etárias. Em “Resistência e Coragem”, história em quadrinhos e literatura ilustrada convivem em uma mesma obra, para que o leitor habituado apenas aos quadrinhos também se interesse, aos poucos, por outras formas de leitura.”.
Preço do exemplar avulso: 15,00
Venda: LDM Livraria.
Para informações: edicoes@xaxado.com.br fone: (71) 8860-2224
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
BENIN ESTA VIVO AINDA LÁ - Exposição internacional multimídia imperdivel pra qem gosta de entender mais as matrízes africanas de nossa sociedade.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009
O BLUES - SUAS ORIGENS E SEMELHANÇAS COM O SAMBA
(canal 11 local) a respeito das raízes do blues e suas semelhanças com
o nosso Samba.
A Península de Itapagipe em Quadrinhos.
Neste novo livro, Xaxado pega uma carona no redemoinho do Saci e vai conhecer um dos lugares mais bonitos de Salvador, A Península de Itapagipe.
Localizada na Baía de Todos os Santos, a Península de Itapagipe oferece, além das praias de águas tranqüilas e mornas e areia fina, um fantástico visual do Centro da cidade de Salvador.Escrito pela escritora Cecy Ramos, a guardiã de Itapagipe, e adaptado e desenhado por Antonio Cedraz e equipe, este livro foi selecionado pelo edital nº 23, Apoio à Edição de Livros de Autores Baianos, e realizado com recursos do Fundo de Cultura.O Livro tem 64 páginas coloridas, impressa em papel couchê 115 g. e capa em cartão supremo 250 g.O lançamento será as 20:30 hs. do dia 03 de dezembro, no auditório do Colégio São José, um dos maiores e mais tradicionais de Itapagipe.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
O Gênio August Rodin e Os Burgueses de Calais
É claro que essa localização estratégica meteu a cidade em várias broncas através dos séculos. E uma delas foi na Guerra dos 100 anos, lá nos anos mil e trezentos. É de lá que vem a história dos Burgueses de Calais.
Eduardo III, rei da Inglaterra, cercou a cidade e o rei da França, Felipe VI, disse para o pessoal segurar o tranco a qualquer custo. Só que o Felipão não conseguiu liberar a cidade e a fome instalou-se entre os habitantes de Calais.
Foi então que o rei Eduardo propôs o seguinte: entreguem-me seis dos homens mais importantes da cidade que eu livro a cara do povo. Minhas condições: que eles venham até mim com o mínimo de roupas, que tenham cordas no pescoço e que carreguem as chaves da cidade e do castelo de Calais.
Um dos mais ricos habitantes da cidade, Eustache de Saint Pierre, foi o primeiro a ser voluntário e outros cinco burgueses prontamente o seguiram.
Resumo da ópera: a rainha da Inglaterra, que estava grávida, achou que seria de mau agouro executar os seis burgueses e pediu para o marido poupar os franceses em nome do filho que estava por nascer.
Em 1888, Auguste Rodin, o famoso escultor francês, foi convidado pelo prefeito de Calais a executar uma escultura em homenagem aos seis burgueses. A obra original está na cidade, mas há cópias em diversas praças e museus do mundo. As imagens que você vê são da instalação que existe no Victoria Tower Gardens, ao lado do Parlamento inglês em Londres.
O mais bacana desta escultura é a representação desprovida de heroísmo que Rodin fez de seis homens poderosos. A face de cada um reflete o desespero da situação, as roupas e as cordas deixam suas figuras frágeis e impotentes frente ao destino trágico que acaba não acontecendo.
Pois é. Toda a vez que eu leio alguma coisa sobre a crise mundial eu penso nos Burgueses de Calais. E vejo muitas lições a serem aprendidas. O rei que cerca é o mercado financeiro, que exige um sacrifício. O povo está lá, na berlinda e embarricado, esperando que alguém tome uma atitude e que, pelo amor de deus, o rei que manda segurar as pontas não exija mais nada dele. Se não vai aparecer ninguém para fazer o papel dos Burgueses, pelo menos que surja uma outra Philippa de Hainault, a rainha grávida, que ache de muito mau agouro jogar mais essa fatura na conta do povo de Calais.
Desde o dia 26/11/2009 até 2012, 62 peças originais de Auguste Rodin (1840-1917), o mais genial e importante escultor da idade contemporânea, estão à disposição do público no Palacete das Artes.
Palacete das Artes Rodin Bahia
Rua da Graça, 284,
Tel : 3117-6983
sábado, 7 de novembro de 2009
Encontros Malraux
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
ED RIBEIRO - UM BAIANO UNIVERSAL I

Dominando com maestria a técnica de espalhar a tinta sobre telas sem o uso de pincel, o baiano vem surpreendendo com a sua coleção de entidades e a vivacidade das suas cores.
domingo, 11 de outubro de 2009
Museu Tempostal
sábado, 10 de outubro de 2009
Nas raízes da primeira dama, um caminho complexo desde a escravatura
No testamento, ela era descrita simplesmente como a "menina negra Melvinia". Após sua morte, ela foi arrancada dos locais e pessoas que conhecia e enviada para a Geórgia. Enquanto ainda era adolescente, um homem branco foi pai de seu primeiro filho, sob circunstâncias perdidas com a passagem do tempo.
Fraser Robinson III posa para a foto com sua mulher, Marian, e os filhos Craig e Michelle,
hoje primeira-dama dos EUA, Michelle Obama
Nos anais da escravatura americana, esta história dura não seria digna de nota salvo por uma razão: esta união, consumada dois anos antes da guerra civil, marcou as origens de uma linhagem familiar que se estenderia da Geórgia rural para Birmingham, Alabama, Chicago e, finalmente, até a Casa Branca.
Melvinia Shields, a jovem escrava analfabeta, e o homem branco desconhecido que a engravidou são pais do tataravô de Michelle Obama, a primeira-dama.
Consideradas por muitos como símbolo poderoso do avanço dos negros, Obama tinha apenas uma vaga noção de seus ancestrais, dizem seus assessores e parentes. Durante a campanha presidencial, a família descobriu um tataravô paterno, um antigo escravo da Carolina do Sul, mas o resto das raízes de Obama continuava desconhecido.
A história recém descoberta dos ancestrais maternos de Obama -a mãe escrava, o pai branco e seu filho Dolphus T. Shields- pela primeira vez conecta plenamente a primeira primeira-dama afro-americana à escravidão, traçando sua viagem de cinco gerações dos grilhões para a primeira fileira da presidência. As descobertas -feitas pela genealogista Megan Smolenyak e pelo "New York Times"- substanciam o que Obama chamou de rumores antigos de família sobre um antepassado branco.
Enquanto a origem bi-racial do presidente Barack Obama atraiu atenção considerável, o pedigree da sua mulher, que inclui ramos de índios americanos, ressalta a complicada história de miscigenação, algumas vezes nascida de violência ou coerção, existente nas linhas de muitos afro-americanos. Obama e sua família se recusaram a tecer comentários para este artigo, em parte por causa da natureza pessoal do assunto, segundo seus assessores.
"Ela representa como evoluímos e quem somos", disse Edward Ball, historiador que descobriu que tinha parentes negros -descendentes de seus ancestrais brancos proprietários de escravos- quando pesquisou para seu livro de memórias "Slaves in the Family" (escravos na família).
"Não somos tribos separadas de latinos e brancos e negros nos EUA", disse Ball. "Somos misturados há gerações."
Os contornos da história da família de Obama saíram de registros de testamentos do século 19, licenças de casamento amareladas, fotografias apagadas e as memórias de idosas que se lembravam da família. Das dezenas de parentes identificados, foi a menina escrava que mais chamou a atenção, disse Smolenyak.
"De todas as raízes de Michelle, Melvinia estava gritando para ser encontrada", disse ela.
Quando seu proprietário, David Patterson, morreu em 1852, Melvinia se viu em uma fazenda de 80 alqueires com novos patrões, a filha e o genro de Patterson, Christianne e Henry Shields. Era um mundo estranho e pouco familiar.
Na Carolina do Sul, ela morava em uma terra com 21 escravos. Na Geórgia, era uma de apenas três escravos na propriedade, que atualmente faz parte de uma subdivisão na cidade de Rex, perto de Atlanta.
Se Melvinia trabalhava dentro da casa ou nos campos, não faltava de trabalho: trigo, milho, batata doce e algodão para plantar e colher, três cavalos, cinco vacas, 17 porcos e 20 carneiros para cuidar, de acordo com uma pesquisa de 1860.
É difícil dizer quem pode ter engravidado Melvinia, que deu a luz a Dolphus em torno de 1859, com cerca de 15 anos. Na época, Henry Shields estava com quase 50 anos e tinha quatro filhos de 19 a 24 anos, mas outros homens talvez também passassem tempo na fazenda.
"Ninguém ficaria surpreso em saber do alto número de estupros e da exploração sexual que ocorria na escravidão; era uma experiência diária. Contudo, descobrimos que alguns desses relacionamentos eram muito complexos", disse Jason A. Gillmer, professor de direito da Universidade Wesleyan no Texas, que pesquisou as ligações entre proprietários de escravos e escravos.
Casa de Dolphus Shields, em Birmingham, no Alabama. A árvore genealógica da família de Obama destaca a complicada mistura racial entre muitos americanos com origem africana
Mesmo após ter sido libertada, Melvinia continuou no local, trabalhando na fazenda adjacente à de Charles Shields, um dos filhos de Henry.
Mas em algum momento de seus 30 ou 40 anos, Melvinia conseguiu partir e se reunir com ex-escravos de sua infância na fazenda de Patterson: Mariah e Bolus Easley, que se estabeleceram em Bartow Country com Melvinia, perto da fronteira do Alabama. Dolphus se casou com uma das filhas de Easley, Alice, que é tataravó de Michelle Obama.
Uma comunidade "despedaçada, de alguma forma, estava se reunindo", disse Smolenyak do grupo em Bartow County.
Melvinia parece ter vivido com o legado não resolvido de sua infância em escravidão. Seu certificado de óbito de 1938 assinado por um parente diz "não sei" no espaço para os nomes dos pais, sugerindo que Melvinia talvez nunca tenha sabido.
Em algum momento antes de 1888, Dolphus e Alice Shields continuaram a migração, dirigindo-se para Birmingham, uma cidade com linha de trem, ferro, minas e fábricas, que atraía ex-escravos e seus filhos do Sul.
Dolphus Shields tinha 30 e poucos anos e pele muito clara -alguns diziam que parecia branco- era carpinteiro, sabia ler e escrever, frequentava a igreja e progredia em uma cidade que se industrializava. Em 1900, ele era proprietário de sua casa, segundo o censo. Em 1911, ele abriu sua própria marcenaria e empresa de afiar ferramentas.
Ele foi co-fundador da Igreja Batista Trinity, foi ativo no movimento de direitos civis, supervisionava escolas dominicais na Trinity e na First Ebenezer, que ainda existem hoje, e na Igreja Bastista Missionária Regular.
"Foi reitor dos diáconos em Birmingham. Era um homem sério, era um executivo", disse Helen Heath, 88, que frequentava a mesma igreja.
Sua família ingressou na classe trabalhadora, morando em um bairro segregado de negros em dificuldades, proprietários ou locatários. Em sua casa, não se podia fumar, praguejar, mascar chiclete, usar batom ou calças para as mulheres e absolutamente não se podia ouvir blues no rádio, que ele reservava para os cânticos de igreja, lembra-se Bobbie Holt, 73, que foi criada pelos Shields e sua quarta esposa, Lucy. Ela disse que a família ia à igreja "todas as noites da semana, parecia".
Ele carregava mentas para as crianças do bairro, disse Holt, e contava histórias engraçadas sobre suas aventuras de menino. Mas a família passava por dificuldades.
Sua primeira mulher, Alice Easley Shields, mudou-se depois que eles se separaram, trabalhando como costureira e empregada doméstica e dois de seus filhos tiveram problemas.
Robert Lee Shields, um inventor cujas patentes para melhorar as operações de lavagem a seco estão na biblioteca de Birmingham, terminou trabalhando como rapaz de manutenção, disse Holt.
Dolphus Shields não falava de suas origens.
"Chegamos a um ponto no qual não queríamos que ninguém soubesse que conhecemos escravos; as pessoas não queriam falar sobre isso", disse Heath, que assumiu que ele tinha parentes brancos porque a cor de sua pele e a textura de seu cabelo "diziam que era quase branco".
Em uma época em que negros se desesperavam com a intransigência e a violência dos brancos que os proibiam de votar, os excluíam da maior parte dos trabalhos, dos restaurantes e de terem propriedades em bairros brancos, Dolphus Shields servia como raro elo entre as comunidades profundamente divididas.
Sua marcenaria ficava na parte branca da cidade e ele se misturava facilmente e frequentemente com brancos. "Eles vinham à sua loja, sentavam e conversavam", disse Holt.
Dolphus Shields acreditava que as relações raciais iam melhorar. "Algum dia vai melhorar", dizia, conta Holt.
Quando morreu aos 91 anos, em 1950, a mudança estava a caminho.
No dia 9 de junho de 1959, quando seu obituário apareceu na página da frente do "Birmingham World", o jornal negro também dizia "Tribunal Proíbe Segregação em Lanchonetes e em Educação Superior". A Suprema Corte tinha proibido acomodações separadas em vagões de trem e em universidades no Texas e Oklahoma.
No norte, seu neto, um pintor chamado Purnell Shields, avô de Obama, estava buscando maiores oportunidades em Chicago com sua família.
Na medida em que avançaram, os descendentes perderam contato com o passado. Hoje, Dolphus Shields está em um cemitério negro negligenciado, onde o gramado cresce na altura do joelho e muitos túmulos estão destruídos.
Holt, assistente de enfermagem aposentada, disse que ele apareceu para ela em um sonho no mês passado. Ela procurou a fotografia dele, jamais imaginando que logo ia descobrir que Dolphus Shields era tataravô da primeira dama.
"Meu Deus", disse Holt, ao saber da notícia. "Sempre o admirei, mas nunca teria imaginado algo assim. Benza a Deus, progredimos muito."
Fonte:
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Homenagem a Bule Bule dia 28 de agosto na Biblioteca Juracy Magalhães Jr., no Rio Vermelho
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Em defesa de Nina Rodrigues -Palestra na Biblioteca Pública do Estado abordará aspectos positivos das obras do cientista.Hoje 25 de Agosto
“Nina Rodrigues foi um homem que teve a antevisão dos tempos atuais. Foi um dos primeiros a chamar a atenção para a cultura negra. Hoje, pouca gente conhece sua obra”, defende o palestrante. Especialista em Medicina Legal pela Sociedade Brasileira de Medicina Legal, Lamartine Lima é também professor honorário da UFBA e presidente emérito do Instituto Bahiano de História da Medicina e Ciências Afins. “Querem olhar Nina Rodrigues com os conceitos de hoje. Querem dizer que ele era racista. Isso é uma distorção”, ressalta Lamartine, referindo-se ao que se costuma afirmar sobre o trabalho do cientista. Na ocasião, o professor abordará também outros aspectos de Nina Rodrigues, como o pioneirismo nos estudos sobre o negro e a compreensão da Antropologia Criminal para desmistificar a visão racista.Mais...
Cachoeira debate Educação Patrimonial até hoje 25/08
Andaraí, Seabra, Ituberá, Caetité, Jacobina, Senhor do Bonfim e Morro do Chapéu já foram visitadas pelo PEP/IPAC. São Félix e Cachoeira, a cerca de 100 km de Salvador, municípios do Recôncavo baiano e da bacia hidrográfica do Rio Paraguaçu, são os mais recentes a receber essas ações, já que sediam até 25 de agosto (2009) o PEP/IPAC que congrega, além das oficinas de papel, exposições, cursos e pesquisas para registro de bens culturais.Veja mais...
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
FESMAN - ULTIMO PRAZO PARTICIPAÇÃO DA FESTA DA BOA MORTE CACHOEIRA
FESMAN
ULTIMO PRAZO PARTICIPAÇÃO DA FESTA DA BOA MORTE CACHOEIRA
POR DELIBERAÇÃO DA ULTIMA ASSEMBLÉIA O COMITÊ BAIANO PRÓ-FESMAN2010, ESTA ORGANIZANDO UMA EXCURSÃO PARA PARTICIPAR DA FESTA DA BOA MORTE EM CACHOEIRA.
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